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"Ser leitor é querer saber o que se passa na cabeça de outro para compreender melhor o que se passa na nossa"
(Foucombert, apud Bagno 2007, p 114)

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quarta-feira, 14 de julho de 2010

De volta às aulas

Olá, colegas, passo tempo sem verifiacar meu blog, mas saibam que não é por que não quero, e sim pela falta de tempo. É  férias e as aulas para mim jácomeçaram, então  o tempo encurtou mais ainda. Porém estou muito contente, pois estou dando continuação a minha formação, e é o que todos os professores e professoras deveriam fazer, num determinado período de sua vida profissional, é claro, não precisar ser eventualmente como eu estou fazendo agora nas férias, mas em algum momento, para que eles possam ter vontade e autoestima para trabalhar na ardua missão de educar.
Hoje, por exemplo, foi um dia cansativo, mas proveitoso, pois eu e meu grupo de trabalho da universidade, fizemos uma belissima apresentação em forma de seminário, tratando a respeito do relato de um trabalho de uma professora do interior de Campinas - SP, o qual tratara a respeito da tentativa de estimular em seus alunos a interação professor-aluno em sala de aula. Ela trabalhou com eles o gênero escrito do bilhete e conseguiu excelentes resultados, pois seus alunos, sem pressão nenhuma conseguiram evoluir na escrita desse gênero, para a produção de cartas gradativamente. Isso foi muito gratificante, e dá vontade de voltar para asala de aula com o objetivo de imitá-la e  alcansar os mesmos objetivos que ela alcançou.
Depois, com amis calma, posto direitinho a metodologia de ação  utilizada por essa professora para conseguir tam grande proeza.
 um abraço a todos!!!!

domingo, 14 de março de 2010

28/01/2010 - 11h22

28/01/2010 - 11h22


Livro infantil mostra que brincar é colocar a tolerância em prática; leia trecho
da Livraria da Folha




A filosofia educacional Waldorf/Rudolf Steiner propicia o desenvolvimento da criança de forma natural, tanto no que se relaciona à mente quanto no que diz respeito ao corpo e às atividades. Para os pais, essa abordagem é ideal, uma vez que a oferta da programação televisiva e de brinquedos industriais é vasta, porém precária no conteúdo.
Divulgação
Aumente a concentração e melhore o desenvolvimento dos pequenos
"Brincadeiras Criativas para o Seu Filho", de Christopher Clouder e Janni Nicol, traz técnicas que ensinam como crianças de 2 a 4 anos podem se desenvolver com brincadeiras divertidas e imaginativas, além de explicações para se fazer mais de 20 brinquedos manuais.
A obra está dividida em quatro temas: "O 'eu' da criança", "Imaginação", "Interação" e "Descoberta". Por meio deles, os pais descobrem como compreender, interagir e brincar com seus pequenos. Do crescimento da consciência da criança através da brincadeira ao equilíbrio dos órgãos dos sentidos, a criança necessita de acompanhamento, de carinho e de muita brincadeira durante o crescimento. Esse sim é um processo sempre em andamento, e o organismo da criança tem um longo caminho a percorrer até a maturidade.
Clouder e Nicol relatam a importância de aprender a confiar na criança e a crescer junto com ela. Quanto aos brinquedos, são dadas mais de 20 "receitas" de como criá-los, e desenvolver aptidões sociais por meio do lúdico. Coelhos de tricô, fantoches de dedo e bolas de feltro iniciam os pequenos na arte da brincadeira e na construção do mundo das ideias.
Veja abaixo um trecho extraído de "Brincadeiras Criativas para o Seu Filho". Nele, os autores tratam da importância da realidade e da imaginação para moldar o mundo infantil, e "receitam" bonequinhos que dão cambalhotas em nove passos.

Realidade e imaginação

Brincando, manipulamos o mundo de acordo com nossa vontade. Quando a criança movimenta a mobília na casinha de bonecas, empilha blocos e tábuas ou se fantasia, está usando as mãos para mudar o mundo da forma planejada pela imaginação. A imaginação nos diz que uma outra perspectiva é possível; temos uma intenção e, ao segui-la, aumentamos nossas habilidades. Nessa idade, ao brincar, as crianças são naturalmente tolerantes quando o ambiente o permite. Elas ensinam jogos umas às outras, fazem mudanças para adequá-los às personalidades envolvidas, recebem bem todos os participantes e não conseguem olhar sem participar. A brincadeira pode ser inclusiva e é um exercício de imaginação empática, quando elas se colocam no lugar do outro. Brincar com o outro é colocar a tolerância em prática. Quando você brinca com seu filho de forma criativa, ele também se interessa pelo que você faz. Brincar com outros é fascinante, porque todos os participantes podem contribuir com alguma coisa e, dessa forma, podemos aprender a aceitar a mudança sem que ela pareça ameaçadora ou estranha. A realidade e a imaginação são um mundo único, no qual a criança se sente à vontade, sem necessidade de se transportar. Ela está lá, e é isso. A sua realidade é sinônimo da imaginação. Como adultos, podemos sentir que existe uma grande dicotomia entre a realidade e a imaginação, mas isso subestima a forma como as imagens que formamos em nossa mente ditam a nossa realidade. Para nos equilibrar, devemos ouvir os poetas e as crianças, para quem, como Huizinga enfatizou, a imaginação e a fantasia "estão além da seriedade", nas quais podemos "abrir mão da sabedoria do homem pela da criança".

Faça os bonequinhos que dão cambalhotas

Material :
Papel de decalque
Lápis
Feltro de cores variadas
Alfinetes
Tesoura de costura
Cartolina
Fita adesiva
Cola branca
Agulha de costura
Linha de costura
Bola de gude ou de chumbo
Canetinhas coloridas

Prenda bem o chapéu dos bonequinhos para evitar que a bola de gude escape e a criança a coloque na boca.

Como fazer:

1. Faça moldes de papel para o casaco, a calça e as mãos usando uma fotocopiadora para ampliar as ilustrações abaixo do tamanho desejado, ou faça os moldes por conta própria. Para um boneco maior, o molde da jaqueta deve ter 8 x 4 cm e a calça 7 cm de comprimento. Uma jaqueta menor deve ter 7 x 2,5 cm e a calça 6 cm de comprimento. Dobre o feltro ao meio, alfinete os moldes ao longo da dobra pela linha pontilhada (ver ilustração) e corte uma peça da jaqueta, uma para a calça e duas mãos para cada homem. pequena deve ter 3 cm de altura e diâmetro de 2 cm.

2. Para fazer a cabeça, enrole uma cartolina em volta de um tubo do tamanho desejado e prenda com a fita adesiva. Para o homem grande descrito acima, a cabeça deve ter 4 cm de altura e 2,5 cm de diâmetro. Uma cabeça pequena deve ter 3 cm de altura e diâmetro de 2 cm.

3. Corte uma tira de feltro cor da pele para ajustar em volta do tubo da cabeça, deixando espaço de 5 mm na parte superior da cabeça. Cole o feltro no lugar.

4. Faça um corte de 2 cm no meio da dobra da jaqueta e empurre a beirada do tubo da cabeça pelo corte. Deixe a parte da junção na parte de trás da cabeça e a abertura na parte de cima do tubo.

5. Cole a superfície interna de corte circular da jaqueta. Ajeite a calça e as duas mãos na posição, depois dobre a parte do corpo ao meio sobre elas e cole, pressionando firmemente.

6. Faça uma costura na beirada da jaqueta, de uma mão à outra, costurando os dois lados, inclusive as mãos e as pernas.

7. Coloque a bola de gude ou de chumbo dentro do tubo da cabeça. Faça o chapéu cortando um círculo de feltro 1 cm maior que o diâmetro do tubo. Cole em volta da parte superior externa do tubo e pressione bem a beirada para cobrir a abertura.

8. Cole uma tira de feltro de 1 x 8 cm em cor contrastante ao redor do chapéu, como uma aba. Assim você disfarça a junção do rosto e do chapéu; veja se está bem presa para manter a bola no lugar. Deixe a junção na parte de trás.

9. Finalmente, desenhe o rosto com canetinhas coloridas.

Dicas
- Experimente fazer meninos e meninas, ou até homens barbados.
- Para enrolar a cartolina, coloque parte do comprimento sobre a beirada da mesa, então enrole de acordo com o tamanho e prenda com fita adesiva.
- Use cola forte.
- A superfície lisa não é a melhor para escorregá-los; use uma placa coberta de tecido ou uma almofada.

fonte: livraria da folha
OLÁ pessoal, essa família aí é da minha irmã (a que segura o bebê), e estamos comemorando um aninho de vida dele. Nada mais emocionante comemorar o aniversário de quem a gente ama, perto de quem se ama.
Felíz aniversário, Victor, e parabéns a esta linda família.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Alunos do curso do cfs da policia militar fazem doação de sangue no HEMOPA

Os alunos do Curso de Formação de Sargentos da policia militar, que está acontecendo em Belém, doaram sangue no HEMOPA da referida cidade ontem, dia 10 de março e meu esposo, que está fazendo o cfs também doou. olha ele aí!! 

blog de plp da Leliane: oi

cfsmarlos.blogspot.com

oi

olá galera, o blog ainda é novo e ainda estou aprendendo lidar com tal tecnologia, mas é com muito carinho que deixo este coração de braços abertos pra vocês se sentirem abraçados por mim.
um forte abraço, até o proximo encontro

quarta-feira, 10 de março de 2010

Sejam bem vindos...

O ensino de Língua Portuguesa e formação continuada.
             A luta por melhor e contínua qualificação profissional, aponta para uma questão que não se pode deixar em segundo plano, pois já não se sabe mais o que é certo ou errado, e há aí então, um grande vazio que leva a falta de ação, de perspectiva e de esperança que põe em conta as quantas anda a formação profissional do educador, principalmente com relação ao ensino de língua Portuguesa, o qual exige hoje que se tenha conhecimento específico na referida área, pois o processo de ensino e aprendizagem de português depende muito da questão de sua competência e formação docente, a qual é abordada como mediação importante nesse processo e possui aspectos essenciais que evidenciam a formação do profissional e as exigências do mundo moderno. Tais aspectos referem-se ao domínio competente e crítico do conteúdo a ser ensinado, bem como da clareza dos objetivos a serem atingidos e do domínio dos meios de comunicação que serão utilizados pelos educadores no repasse dos conteúdos de ensino.A formação continuada é vista então como um grande desafio para se melhorar o ensino de língua materna e adequá-lo a um processamento qualitativo e viável para os professores que atuam nas escolas de séries iniciais. Torna-se então, objeto de melhoria da prática docente e proporciona novas reflexões sobre o profissionalismo do educador e novos meios para desenvolver e aprimorar seu trabalho pedagógico num processo de construção permanente do conhecimento e interação com o coletivo. Segundo Pimenta & Libâneo (2006.) a formação inicial não dar conta de colocar o professor à altura de responder, por meio de seu próprio trabalho, às novas exigências de melhoria profissional, e pesquisas têm apontado para a importância e necessidade de projetos de formação continuada que venham a suprir tais exigências. É dessa forma que, com o advento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) 9.394 de 20/12/96, originaram-se oportunidades mais promissoras para a carreira do magistério, tanto na formação inicial quanto na continuada, Pimenta (2007).Com relação ao ensino de Língua Portuguesa, nos últimos anos, ele vem sendo alvo de intensas reflexões, pois devido à necessidade de sua contribuição significativa para o desenvolvimento da educação no país, não vem cumprindo com o seu verdadeiro papel dentro do processo ensino-aprendizagem, a saber:A formação plena de indivíduos capazes de compreender a provisoriedade, modificando-se sem perder a sua identidade, transformando a si próprio e à sociedade sem se perder, sem comprometer sua essência, sua historicidade, suas raízes e seus processos culturais, evoluindo conscientemente no sentido do aprimoramento da qualidade pessoal, relacional e de vida social. (FRANCO et al, 1995: 21).Pode –se perceber então, que a formação plena do individuo é marcada por poucas/ou fracas contribuições de linguagem que não conseguem manter a sustentação da essência e historicidade das raízes dos seus processos culturais, e isso deve ser consertado logo no inicio de sua formação, ou seja, deve-se refletir a respeito de como está se processando o ensino do aluno das séries iniciais. Quando se leva em consideração o ensino fundamental de 1ª a 4ª série, observa-se que esta é uma fase da vida do aluno (a) onde se concentram as maiores dificuldades para a aquisição da leitura e da escrita, como se pode notar pelos elevados índices de insucesso escolar.Nesse sentido, pode-se inferir que essas dificuldades sejam produto não somente da falta de políticas públicas coerentes e verdadeiramente comprometidas com a educação, mas também e, principalmente, pela imensa dificuldade da escola em articular metodologias que garantam o bom desempenho da leitura e da escrita a milhões e milhões de alunos (as) nesta fase de desenvolvimento educacional, com perspectivas positivas para o sucesso escolar.As atividades didático-pedagógicas desenvolvidas por essas escolas, não estão dando conta, em sua plenitude, de formar consciências[1] que realmente estejam preparadas para sobreviver nesse mundo individualista e competitivo da atual conjuntura.As escolas precisam visualizar no planejamento de suas atividades a formação plena dos sujeitos. O que pressupõe mudanças. No entanto, mudanças não somente no atual currículo trabalhado por essas escolas, como também e, principalmente, na prática de como esses conteúdos curriculares vêm sendo apresentados em sala de aula para os educandos (as).Além disso, essa escola aqui apresentada possui um caráter muito didático-teórico quando da proposição de suas atividades, longe demais de uma prática de vida concreta, o que faz alunos (as), criarem em suas cabeças, bombardeada por informações a cada minuto (disparadas pelos meios de comunicação de massa), certa “síndrome da obrigação” em relação à hipótese de vir a cumprir com essas atividades.Por isso, acredita-se que as propostas didáticas dessas escolas, devem vir carregadas de um sentido de vida concreto, com atividades interessantes e prazerosas para os educandos (as), abordando como subsídios para o estudo dos conteúdos curriculares necessários, não somente temas e assuntos do cotidiano desses sujeitos. É imprescindível também, adotar em seus discursos uma linguajem que no mínimo soe bem aos ouvidos desses alunos (as) para que haja, cada vez mais, um entendimento recíproco entre esses e os professores (as).Nesse sentido, surge como uma alternativa válida para a promoção de efetivas reflexões conjuntas entre os professores (as), acerca da temática: o ensino de língua portuguesa no fundamental de 1ª a 4ª série. E a partir dessas reflexões pensar na elaboração de atividades didático-pedagógicas que venham de encontro às necessidades e expectativas dos alunos (as), considerando os pressupostos da sociolingüística, numa perspectiva sócioconstrutivista de educação[1] Aqui se diz formação de consciências no sentido de que tal formação pressupõe Saberes Técnicos, Saberes Escolares e Saberes de Vida dos estudantes